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Roteiro prático para avaliar rotas acessíveis em museus históricos
Imagine a seguinte situação: uma equipe de gestão de um museu instalado em um casarão do século XIX recebe a demanda de tornar o percurso de visitação plenamente acessível. O imóvel é tombado, possui escadas de pedra íngremes no acesso principal, corredores estreitos com assoalho original irregular e nenhum elevador. Por onde começar a avaliação técnica sem comprometer o valor histórico do bem?
Este cenário é comum no Brasil, onde grande parte das instituições culturais ocupa edificações de valor patrimonial. A avaliação de rotas acessíveis nesses contextos exige método rigoroso, conhecimento normativo e sensibilidade para propor soluções que equilibrem preservação e inclusão. Não se trata apenas de cumprir a lei, mas de garantir o direito de fruição cultural com autonomia e segurança.
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