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Museu do Amanhã: estratégias de mediação para neurodiversidade na prática
Como garantir que uma pessoa autista, com TDAH ou alta sensibilidade sensorial consiga percorrer um museu de ciência imersivo, barulhento e visualmente intenso sem entrar em colapso? A resposta não está em adaptar o visitante ao espaço, mas em redesenhar a mediação para que o espaço acolha a diversidade neurológica como premissa de projeto.
O Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, tornou-se referência nacional ao tratar neurodiversidade não como ação pontual de acessibilidade, mas como eixo transversal de sua política educativa. A instituição entendeu que mediação inclusiva exige arquitetura da informação sensorial, formação continuada de equipes e tecnologias assistivas integradas ao percurso curatorial — não como complemento, mas como condição de existência da experiência museal.
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